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Rhana, em luta pelo seu nome

Rhana existe como cantora desde 1985, ano em que lançou o primeiro compacto, pela Polygram, "A Gaivota". Depois, pela  Gravadora Selo Verde, lançou "Sonhar É Necessário", em1987. Em 1998, pela gravadora Cid, lançou o disco "Rhana", à venda pelo telefone 256-8654.
Compôs mais de quarenta músicas, como "Guerra de Mente", "Sonhar é Necessário", "Yin e Yang", "Nuvem Escura", "Saia Justa", "Legítima", "Baby Velhinha", "Terra", "Jogo", que tocam nas rádios Búzios, Tropical, Alvorada - Rio e Nova FM de São Paulo.
Este ano está lançando seu quarto disco, "Legítima", por uma nova gravadora, que por enquanto mantém em segredo. O disco tem como tema a pirataria de CDs e nomes, da qual tem sido vítima. Seu nome artístico vem sendo disputado por duas outras cantoras, que adotaram nomes homófonos. Com a palavra Rhana, a legítima:

É a maior falta de criatividade dessas mulheres copiar meu nome, além de queimar meu filme, porque Rhana tem um estilo único, todos conhecem por ser um vulcão em cena, e também ter uma voz grave e ser afinada.

Quanto o direito ao nome, pela legislação, que engloba o INPI, quem tem o uso da marca publicamente provado, ou seja, uso anterior publicado em imprensa, é dono da marca. Em 1982 o jornal Folha da Praia já publicava em suas páginas o nome da Rhana, desde essa época, então, se comprova que Rhana existe.

Imagina, a Maria Fátima (Hanna), que está sendo indiciada, respondeu com uma declaração da OMB, dizendo que ela está inscrita lá desde 1979!

Reconheço que ela é uma senhora que sempre cantou no chuveiro, porque estar inscrita na OMB, não prova nada. Conheço pessoas que estão inscritas há muitos anos e até hoje não se realizaram na carreira. A Ordem dos Músicos do Brasil recebe qualquer um que souber cantar um pouquinho. Registro é no INPI.

A Maria Fátima começou em 1999 e é um mico.

A Ana Cristina (Hannah, cunhada do Gabriel, o pensador), deveria aproveitar que tem padrinho e começar a carreira com o nome diferente. Dizer que ela era da Blitz! A Blitz acabou e quando tentou entrar de novo no mercado, ela participou algumas vezes, mas está longe de ser uma Fernanda Abreu.

Feio mesmo ficou ela tentando embargar meu show. Ela ficou indignada com a palavra "Legítima", o que prova que ela queria se passar por mim. O show não só tem uma música com esse nome (Legítima), como de fato eu sou a verdadeira e provo isto.

Como provei para a justiça e o feitiço virou contra o feiticeiro. Foi divulgada uma nota mentirosa dizendo que meu show seria embargado e que eu teria que tirar os cartazes das ruas. Nada disso aconteceu. Consegui recorrer e provei ser a legítima de fato. O embargo do show foi negado pela juíza já que tenho os direitos.

Ainda teve a pretensão de citar o nome da gravadora dela - Abril Music - na tentativa de me processar. Já entrou se queimando; isso é uma questão pessoal, mas já que é assim, as medidas estão sendo providenciadas para responder.

É muita cara de pau, uma pessoa que me conhecia, antes ainda de ser uma cantora. Nós nos conhecemos do Thomas Green Morton e ela nunca pegou o telefone para me pedir permissão ou desculpas. Agora já não adianta mais.

A minha imagem sempre foi intuitiva, cósmica e interplanetária. Até isso, com esses títulos, foi publicado nos anos de 1986, 1987 e 1989, em jornais como JB, o Globo, etc.

Todas essas coisas, só me dão força e mais inspiração.

O meu trabalho está ótimo, a banda é maravilhosa, as oportunidades estão maiores. Tudo tem sua hora. Eu tinha que passar por mais esta. Deus existe e quem luta com dignidade vence.

Essa é a Rhana com RH positivo. Aguardem!